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Zona Norte recebe a 1a audiência pública do PMC-SP

Uma coisa ficou clara na primeira das nove audiências públicas para a construção daquele que será o norteador das políticas culturais da cidade pelos próximos dez anos: o Plano Municipal de Cultura de São Paulo nasce como instrumento de luta.

Ao organizar e propor diretrizes, ações e metas de curto, médio e longo prazo, o #pmcSP organiza (e escuta) as demandas culturais, tornando-se, na realidade, política estruturante – que garantirá o controle social e continuidade política.

“Precisamos pensar como as metas, diretrizes e ações dialogam com as especificidades do território”

No início da plenária da audiência regional da zona norte, realizada no Centro Cultural da Juventude (27/03), Américo Córdula, coordenador executivo do PMC, ressaltou que um dos princípios norteadores (senão o principal!) do plano se encontra na territorialização.

Seguindo tal premissa, gestores, coletivos e militantes da cultura (das mais variadas linguagens!) se articularam para, em grupos de trabalho, debater meta por meta; diretriz por diretriz (vide Caderno de Consulta Pública).

Dúvidas, pitacos, apontamentos, impressões, sugestões foram levantados e propostos ao longo da tarde. Sistematizamos os principais como forma de inspirar e fomentar o debate (já que a consulta e participação segue pela web e próximas audiências!):

#Diversidade de linguagens, segmentos, acessibilidade, respeito às diferenças (raça, etnia, gênero etc) são transversais a todas as ações e políticas culturais, devendo ser princípios norteadores do PMC-SP.

#Tangibilizar de forma mais clara e estabelecer critérios comuns (população, demanda existente, vulnerabilidade) que garantam a territorialidade e diminuição da desigualdade cultural da cidade.

#Comunicação deve estar presente e devidamente representada como elemento transversal de todas as ações culturais. Seja em infraestrutura (eixo 1), seja na cadeia produtiva da economia da cultura (eixo 5).

#Timidez: pouca ousadia no número de programas, ações e pessoas impactadas apresentados no texto inicial do plano. Porém, verificou-se a necessidade de maior entendimento e acesso aos dados sobre a projeção de verba disponível para os próximos dez anos (vide diagnóstico) .

O debate continua nas redes (acesse a consulta pública web) e nas audiências temáticas e regionais. Confira a agenda e participe!